quarta-feira, 21 de junho de 2017

A Lentidão da Desaceleração



Chove lá fora...
Não sinto frio n'alma,
Sinto-me ainda presa
À cama da noite já ida, por ora,
Não por preguiça,
Pelo estado de serenidade imenso...

Convivo em paz
Com meu coração,
Fiz, com ele, decreto de união,
O desânimo jaz...
A lentidão da desaceleração
Move-me, lentamente...

Em busca do bem,
Calmamente...
Paralisada pelo dinamismo do Amor,
Inebriada pela Luz,
Pelo Orvalho do Céu,
Pelo Deus puro Amor...

Que só me quer todo Bem,
Prossigo com paz e alegria
No dia a dia...
Há amor envolvente
Sereno e abrangente
No ar, na mente e no coração!





6 comentários:

  1. LINDA!! Adorei! bjs, chica e boa noite!

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  2. Que bom ter essa paz e alegria Rosélia!
    Bjs-Carmen Lúcia.

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  3. Minha querida, que essa paz a acompanhe sempre.

    Abraço apertado e grato pelas suas palavras gentis sobre o drama dos incêndios.

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  4. Alvas certezas
    tem tomam pela mão,
    acalentam,afagam,
    serena convicção.
    Desdobram o bem
    que vai no coração.

    Muito belo poema, Rô.
    Voz d'alma em canto suave.

    Bjo,
    Calu

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  5. Linda serenidade na desaceleração que nos eleva e muito Rosélia.
    Bonita inspiração.
    Bjs de paz.

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