terça-feira, 14 de março de 2017

Hitória de Amor (III)



Não consigo acreditar
Que o amor seja tão banalizado, 
A ponto de se dar a todos ao mesmo tempo...
Palavras carinhosas,
Expressividades diversas, indistintas,
Sem nenhum cunho pessoal,
Para mim, isso não é amor...
É dar vazão a um harém,
Onde se estocam muitos 
Para no caso de dúvida...
O amor nos dá um equilíbrio interior,
Uma segurança interna
A ponto de sermos firmes em nossas decisões...
Com sinceridade de coração,
O amor para mim é sentir
Com o coração, não com o corpo...
Como se confunde o amor, afetividade!
Deus faz tudo perfeito
Nem sempre damos às coisas
Seu devido lugar,
Traímos com toda simplicidade do mundo...
Hoje em dia,
Dá-se o corpo intensamente,
O coração se guarda,
Poupando-se de grandes sofrimentos...
Quando damos nosso coração
Ficamos sem ele...
Ou só com um pedaço dele...
Aí dói de verdade...


3 comentários:

  1. Triste quando a entrega é só de corpo...O coração deve estar junto! Lindo poema! bjs, chica

    ResponderExcluir
  2. Oi, Roselinha!

    Tudo bem? Aqui, tudo normal com a graça de Deus.

    Você sabe k eu acho que não cheguei a comentar seu post? Fiquei de bla bla bla e esqueci o mais importante. Minhas desculpas

    Adorei tuas palavras, adorei! De facto, cada vez mais o amor se está banalizando, isso é, é usar e deitar fora.
    Concordo, inteiramente, com você: amor é aquilo k se sente no coração por alguém ou algo. Tudo o resto é acessório, é físico, é "carnaval".

    Beijinhos e boa semana.

    ResponderExcluir
  3. Boa tarde Rosleia,
    Magnífico poema falando de um tema bem certo! Adorei.
    Beijinhos,
    Ailime

    ResponderExcluir

Deixe seu toque poético aqui.

Related Posts with Thumbnails