quinta-feira, 20 de junho de 2013

VIOLÊNCIA NO AR






Mil detalhes a cuidar,
Sem condição de nenhum amor dar-me,
Recordo-me a dor experimentada no lar
Por parte de quem deveria mimar-me.



Estreiteza com a tristeza,
Semelhança no trilhar vê-se.
No coração da indigente
Que precisava animar-se.



Infeliz do seu próprio destino,
Tem suas mãos acorrentadas,
Não gera laços fermentados
Que triste desatino!



Como desprender-se da VIOLÊNCIA
Se as chaves perderam-se por falta de abrigo
No coração de quem a prendia
E fê-la correr tanto perigo?


Quanta força desmedida!
No desperdício da ignorância,
Nas frentes em conflitos, na ida e vinda
A cultuar a violência...
.


Quem garante que isso é vida?

4 comentários:

  1. Que a coerência,o amor e paz, vença todo o ato de violência...
    Que as palavras e as atitudes sejam mais forte sempre.
    Tenha um lindo final de semana.
    Beijinhos de luz.
    Lua

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  2. O culto à violência vem de muitos anos de História, infelizmente.
    Parabéns pelo poema.

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  3. Dos filhos destes, solo, eis mãe gentil, Pátria mada, Brasil... Olá minha querida, feliz com a tua participação no próximo pena de ouro, principalmente porque eis uma trovadora das ondas, domingo abro o Ostra da Poesia e por lá te espero.... beijos ternos no coração.

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  4. Basta um pequeno incentivo para que nos vejamos envolvidos com a violência. Como é triste ver a maldade escondida se expor. Bjs.

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