sábado, 12 de janeiro de 2013

VIOLÊNCIA +



VIOLÊNCIA no ar!


Mil detalhes a cuidar,
Sem condição de nenhum amor dar-me,
Recordo-me a dor experimentada no lar,
Por parte de quem deveria mimar-me.



Estreiteza com a tristeza,
Semelhança no trilhar vê-se,
No coração da indigente,
Que precisava animar-se.



Infeliz do seu próprio destino,
Tem suas mãos acorrentadas,
Não gera laços fermentados,
Que triste desatino!


,
Como desprender-se da VIOLÊNCIA
Se as chaves perderam-se por falta de abrigo
No coração de quem prendia-na
E fê-la correr tanto perigo?



Quanta força desmedida!
No desperdício da ignorância,
Nas frentes em conflitos, na ida e vinda,
A cultuar a violência...
.
Quem garante que isso é vida?

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