sábado, 19 de maio de 2012

INDIGENTE +





Doente,
Lenta,
Monótona,
Só...
Depois de um golpe profundo.
Magoada,
Desajustada,
Andarilha,
Para esquecer...
Caminha,
Titubeia,
Só,
Penando...
Sem hora,
Desocupada,
Não como outrora,
Nem canto...

3 comentários:

  1. Um poema melancólico mas bonito. Parabéns pela inspiração.
    Abraços, saúde e muita paz interior.

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  2. Gostei imensamente do post. O pensamento é perfeito.
    Forte o teor poético de tua indigente. Ás vezes a gente fica impotente frente à determinadas situações, mas a voz do Alto tem poder para nos soerguer.
    Bom fim de semana.
    Abração.

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  3. SENTIMOS CIÚMES DAS COISAS QUE AMAMOS.
    TEM QUE CUIDAR DELAS.
    UM GRANDE ABRAÇO
    http://sandrarandrade7.blogspot.com.br/
    SANDRA

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